ooc; de que clã de GoT pertenceria seus personagens?
ooc:
Mia - Tully “Familia, Dever e Honra”
Dirk - Stark “O Inverno está chegando”
Emma- Targaryen “Fogo e Sangue”
Dedalus - Arryn “Tão alto quanto à honra”
Isla - Baratheon ” A nossa é a Fúria”
O que te chamou atenção no Benjy logo de cara?
O sorrio do Benjy é lindo e ele é totalmente carismático e querido por todos. Sempre cumprimentando e sorrindo para qualquer um que passasse ao seu lado. Ele é incrivel.

Mia chegara de Paris há alguns dias, mas ainda evitava encontrar-se com Benjy, não por ainda ter resquícios de raivas ou ressentimentos, estava envergonhada. A forma como comportara-se na última conversa com Benjy fora ridícula, estava ferida, claro, mas não tinha direito de tratá-lo daquela forma, agora conseguia perceber isso. Mas a loirinha torcia para que todos os problemas, as confusões, ficassem no passado e que os dois poderiam rescontruir novamente a sua história, afinal era óbvio que ainda nutriam fortes sentimentos um pelo outro. Ao menos era com isso que Amelia contava, que Benjy ainda sentisse algo por ela e nem trabalhava com a possibilidade de estar errada, não poderia lidar com a perda definitiva daquele que tanto amava.
Depois do jantar, ficou parada na porta do Salão Comunal a espera do loiro. Era desconfortável ficar plantada na porta de sua própria casa, mas a essa altura, estava disposta a fazer qualquer esforço para acertas as coisas com Benjy. Apertava uma mão na outra, sentido-as geladas tamanho nervosismo, a escolha de esperar pelo garoto fora do Salão Comunal era para dali irem a algum lugar mais sossegado, onde poderiam conversar em particular. No Salão Comunal privacidade não era uma opção e como o término dos dois era conhecido, tinha a certeza que chamariam atenção demais e só queria evitar isso, queria um momento só dela e de Benjy. Em sua mente repassava o discurso que ensaiara para dizer ao loiro, mas agora sentia que talvez só palavras não seriam suficientes, mas tinha que tenta, não tinha?!
Avistou a cabeleira loira e despenteado do ex namorado e sentiu o coração pular dentro do peito, apertava as mãos tão fortemente que as juntas já estavam praticamente brancas. Adiantou-se, desviando-se das pessoas que tentavam entrar na Casa e depois de suspirar profundamente, tomou coragem e falou com o garoto. - Benjy. Podemos conversar? - Tentou fazer a voz soar firme e decidida, mas ela saiu um tanto trêmula. Fitava os belos olhos de Benjy com ansiedade, achando que todos ao redor deveriam estar ouvido as batidas loucas de seu coração. Manteve os olhos presos aos dele e quase sorriu ao lembrar dos momentos que passaram juntos, Benjy sempre tivera os olhos mais lindos e brilhantes. Mas agora eles pareciam frios e vazios e Mia temeu por isso. Será que tudo estava realmente terminado? Não, não pode, disse para si mesma, mais como uma prece, do que para tentar convencer-se.
Assim que o jantar teve seu fim, Dorcas acompanhou Mia até o Salão Comunal e em seguida para o dormitório, fazia alguns dias que a loira estava de baixo astral, o que deixava Dorcas triste também, sabia o que estava acontecendo com a amiga, mas se sentia incapaz de ajuda-la, assim, apenas a acompanhava e tentava animar seu humor, o que era tarefa árdua já que Amelia sempre fora aquela que desempenhava esse papel, sendo que engraçada nunca foi uma característica da loirinha. E isso ficou ainda mais difícil sem poder dar algumas escapulidas, principalmente a noite, os Lufanos tinham uma certa vantagem em relação a cozinha, mas mesmo assim era arriscado e não valia tanto a pena assim.
No dormitório Mia e Doe trocavam palavras sobre assuntos banais e sem importância, mas a tentativa de Meadowes de melhorar a carinha da outra Lufana estava sendo em vão e assim apelou para o travesseiro, isso mesmo, pegou o que estava sobre sua cama e jogou na amiga, acertando-lhe em cheio - Anime-se Mia! - se levantou e foi em direção a cama da colega, resgatar o objeto que jogara nela -Bertha disse que de hoje não passa nossa “festinha” - fez aspas com os dedos e dando um sorriso, aquilo não seria uma “festinha”, era apenas três garotas comendo porcaria e falando sobre diversos assuntos, alguns sérios, outros não, isso ocorria com certa frequência até. Nisso, a terceira loira entra no quarto com um saco que emana o cheiro de doces deliciosos -Falando na pessoa, olha ela ai. - se aproximou da colega e ajudou a pegar o que esta trazia -Ainda trazendo este doce néctar - brincou abrindo o pacote e dado uma olhada no que dentro havia.
Amelia estava uma bagunça, andava desatenta nas aulas, alimentando-se mal e constantemente era vista desanimada ou chorando, tudo por causa do estúpido término com Benjy e a tentativa fracassada de retomar o namoro. A sorte da loirinha era ter sempre a companhia das amigas, que conseguiam por alguns momentos distraí-la dessa fase ruim e até colocar alguns sorrisos na face de Mia. Depois do jantar, voltara ao dormitório na companhia de Dorcas e foi logo jogando-se em sua cama, cobrindo-se com o macio cobertor. - Não tenho motivos pra viveeer. - Disse dramática, tendo a voz abafada pelas cobertas. Claro que não falava sério, apenas gostava de dramatizar, tinha que tirar algum proveito da situação, fazer piada de si mesma parecia uma boa opção. - Hey, ai!- Gritou ainda com a cabeça coberta, ao sentir algo macio acertando-a. Sem opções, resolveu sair do abrigo dos cobertores e fitar enfim a outra amiga. - Acho bom estar bem abastecida, Berthinha, que hoje estou precisando destruir alguns doces. - Resmungou Mia, mas o sorriso da loirinha jpa indicava que seu humor já estava melhor. Nunca fora do tipo mau humorada e sempre tentava manter uma postura positiva frente aos problemas, mas também era humana e vez ou outro tirava liberdade para choramingar os tropeços da vida. Prendeu os longos cabelos loiros e esticou o pescoço para tentar ver o que tinha nasacole que Doe examinava. Sem conseguir ver com sucesso, tomou a mesma da mão da outra loirinha. - Eu estou mais necessitada aqui, oks?! - Ralhou de brincadeira, já enfiando a pequena mão na sacola e retirando alguns dos deliciosos doces feitos pelos elfos de Hogwarts. - Qual é a boa de hoje? - Perguntou, deixando cair valhas migalhas do doce pela cama.
(Source: spy-jorkins)
ooc: Pendências
Mia
- Sleepover
- Paris com Marls
- Ed boladão
- Benjy VOLTA PRA MIA.
DD
- Eve
- Red
Emma
- ROB LINDO. ♥
- Amycus
Dirk
- Lisa ♥
- Libby
Isla
NINGUÉM.
acho que só. só 10. risos.
- Dirk cotadíssimo. - Comentou, bem-humorada, já se livrando de boa parte da culpa que sentia pelo episódio da festa de natal. Era passado. - Meu Merlin! - Disse, batendo palminhas que acompanharam sua risada enquanto ela tentava imaginar as reações dos meninos caso eles soubessem disso. - Vou bem contar pro James! - Ameaçou só pra provocar a amiga, mas logo ergueu as duas mãos em sinal de paz. - Mentira, mentira. - Já adiantou, antes de qualquer coisa, então sorriu quando o garçom se aproximou e logo renovou sua bebida. - Eu tava pensando em pedir tequila depois, será que faz mal misturar? - Pensou em voz alta. - Claro que faz mal, deixa eu reformular: caso eu passe mal posso contar com você pra me rebocar? - Indagou a Mia, mas sua pergunta fora interrompida pela continuidade do jogo. - Dedos mágicos - Respondeu sem rodeios, e balançou os dedos sugestivamente. - Na boa se o cara mandar bem já é meio caminho andado. Às vezes acho que nego subestima o poder das preliminares. - Bebeu mais um pouco de sua bebida e já começava a se sentir levemente tonta. Esse era o problema com bebidas doces, você não percebe exatamente quando está começando a passar da conta. - Mas não dispenso um bom oral. Só acho que pra um oral tem que estar com tempo pro cara fazer direito se não nem vale a pena. - Filosofou antes de beber mais um gole enquanto pensava na próxima pergunta: - Um cara já ficou armadão em um lugar público quando vocês estavam só dando uns amassos de leve?
- Ei, o que acontece em Paris, fica em Paris. - Ralhou falsamente com Marlene, trocando olhares cumplices com a mesma, sabia que ela nunca contaria as conversar mais sórdidas que tinha para outra pessoa, além das outras amigas. Confiava cegamente na amiga. Escutou a resposta da amiga e sorria gradativamente, até soltar um gritinho estridente com a fala da outra. Deliciou-se mais alguns momentos com a gelada bebida, batendo palminhas logo depois, para aquecer-se. - Claro que eu te carrego ou chamo o bonitão ali do canto para carregar. - Apontou descaradamente para um cara bem apessoada que jogava sinuca em um dos cantos do bar. - Mas vou querer umas doses também. - Acrescentou, afinal não deixaria toda diversão apenas com a outra. - Um brinde aos dedos mágicos e um bom tabalho com a boca. - Ergueu o copo e bateu delicadamente ou o que achou que fosse delicadamente no de Marlene, fazendo com que o conteúdo de ambos derramasse um pouco. - Ah claro, acho que lá pelo quinto ano todos eram mais afoitos. - Divagou, como se relembrasse a época. - Uma vez estava pegando o Prewett acho, não sei qual dos dois e bem, as coisas ficaram meio intensas. Foda que era em um dos bequinhos de Hogsmeade, imagina a cara da Rosmerta ao dar de cara com a jeito. - Contou deixando escapar algumas risadinhas. - Eu rio agora, mas no dia foi complicado. Coitado, ficou tão errado que não me chamou mais para sair, uma pena, ele até beijava bem.- Finalizou a história e tomou mais um gole da bebida, ao colocar o copo na mesa de novo, quase derrubou-o, suas mãos estavam trêmulas e a vista já começava a embaçar. Em outras situações Mia suspenderia a bebida naquele momento, mas não estava em Paris para ser controlada, queria mais era perder o controle, perder as lembranças, perder tudo. - Já te pegaram no meio de algum ato sugestivo? Sozinha ou acompanhada? - Novamente uma risada estridente saiu dos lábios da loirinha, a noite sem dpuvida estava rendendo.
(Source: mia-bones)
- Sim, eu não esperava mesmo que você levasse uma fita métrica. - Retrucou, divertida e então levou uma mão ao queixo e estreitou os olhos numa expressão supostamente pensativa à menção de Sebastian Nowak. - Hmmm, definitivamente interessante. Anotado mentalmente. - Quase engasgou com o acesso de riso que se seguiu e precisou mais uma vez se concentrar para parar de rir e recuperar o fôlego. - Ei! Era a minha próxima pergunta pra você! Sai da minha cabeça! - Emburrou-se, cruzando os braços sobre o peito, mas aquilo não durou muito tempo, e quando deu por si já pensava em uma resposta. O nome de Sirius novamente foi o primeiro que lhe veio à cabeça e novamente o primeiro que fez questão de afastar. - Sei lá, se não tivesse todo o lance dele com a Emme provavelmente o Cresswell… e o Nowak, ainda mais agora que soube de informações relevantes e tudo mais. Obrigada por isso. - Deu uma piscadela para a amiga e bebeu mais um gole de seu alexander, logo teria que pedir outro e mais outro, e mais outro… - Repito a pergunta porque eu ia fazer ela primeiro. - Franziu o nariz em uma careta engraçada e esperou a resposta de Mia na expectativa. - Quem escolheria pra um menáge?
- Sintonia amiga. - Deu de ombros, dando atenção a sua bebida e não ao drama falso de Marlene. Ergueu as mãos e aplaudiu a escolha da amiga, fazendo um breve aceno com a cabeça também. Mia já era um tanto espontânea em suas ações e a bebida só deixava a loiria ainda mais solta. - Então Emme vai ter que dividir o Cresswell comigo também, pois ele seria uma das minhas escolhas. - O tom da loirinha era atrevido e piscou também para Marlene, passando a língua pelo lábios, limpando o ‘bigodinho de bebida’. - Cresswell e Potter, seria muito interessante. - Colocou um falso tom sonhador na voz, que foi logo susbstituido por mais risadas. - Sei que eles nunca topariam, mas uma garota pode sonhar. - Completou rapidamente, novamente em seu tom mais atrevido e terminou a bebida em um longo gole. Ergueu a mão sinalizando para o garçom e pedindo um novo drink. - O que não pode faltar nas preliminares? - Questionou, já tomando posse de mais uma dose de frozen margarita.
(Source: mia-bones)
Marlene fez um biquinho e assentiu com a cabeça, uma expressão sugestiva tomando conta do seu rosto. Sabia exatamente aonde a amiga queria chegar. - Uhum. Meio ruivo, em todos os lugares. - Jogou a cabeça para trás em outra gargalhada e precisou de alguns segundos para recuperar o fôlego antes de voltar a falar. - Ok, ok, deixa eu pensar numa boa…- Era difícil pensar em uma pergunta realmente boa para fazer a Mia já que elas não tinham muitos segredos uma para a outra, sempre foram livros abertos. - Qual dos que você viu tinha o maior? - Indagou, erguendo o indicador e o médio das duas mãos e balançando em um gesto sugestivo sem se preocupar com os olhares que atraíam.
- Deve ser … interessante. - Disse vagamente, tomando um semblante mais pensativo. Logo acompanhou a amiga nas risadas que a cada minuto ficavam ainda mais altas, atraindo cada vez mais olhares das outras pessoas do bar. Mas por estarem em outro pais, Mia achava que dificilmente saberiam do que elas estavam falando, pelo problema da língua. Contudo, o gesto que Marlene fez era universal e Mia não deixou de soltar outra risadinha histéria, teve até que tapar a boca com a mão, para tentar conter a explosão. Bebericou mais um pouco da bebida, afinal a fgarganta já estava seca de tantas risadas. - Não dá pra analisar bem o tamanho naquelas condições. Você sabe. - Lançou um olhar sugestivo para Marlene, sorrinso marota. - Mas aquela história da altura? Totalmente verdade no caso do Seb. - Imitou o gesto de Marlene, esboçando um grande sorriso malicioso, que logo transfou-se em mais um acesso de risadas. Claro que outra pessoa passou em sua mente, mas era justamente quem ela tentava esquecer naquele momento, então simplesmente ignorou o pensamento. - Duas pessoas para um ménage? - Nem deu-se ao trabalho de desafiar a amiga novamente, estava curtindo o clima de perguntas calientes.
(Source: mia-bones)
Quidditch Player - Chaser
Lealdade, dedicação, trabalho duro. Não são apenas palavras que descrevem a Lufa-Lufa, mas Amelia também.
Não foi por acaso que fora escolhida pra essa casa. Porém, pode-se esquecer os preconceitos a respeito dos lufanos. Principalmente é por ser uma pessoa justa e bondosa não admite injustiças e as tão costumeiras perversidades de certos alunos.
Exímia jogadora de Quadribol, defende com garra e honra as cores amarelo e preto, sem precisar jogar sujo para tornar-se vencedora. É sem dúvida, umas das melhores artilheiras da Escola.
Na presença de amigos é descontraída e irreverente, contudo frente aqueles que não suporta opta pelo silêncio. Não por medo, mas sim pelo desprezo. Não tem porque gastar palavras com pessoas desnecessárias.